Quem somos

A Empresa Integrar – Intervenção Precoce Ltda, foi criada em março de 2016, com o objetivo de auxiliar no tratamento dos sintomas do autismo em crianças com até 5 anos de idade, dentro desse espectro.

Utilizando o Método Denver de Intervenção Precoce, a Integrar tornou-se pioneira, no Brasil, no treinamento de terapeutas atuantes nessa área. E vem trabalhando cada vez mais para atingir o maior o número de pessoas possíveis, que necessitam dessa ajuda.

Atualmente, realizamos “workshops” oficiais do Modelo Denver em diversas cidades do Brasil, bem como o Processo de Certificação Internacional para Terapeutas, Coaching Parental e Consultorias.

O QUE É O MODELO DENVER DE INTERVENÇÃO PRECOCE PARA CRIANÇAS COM AUTISMO

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Autismo afeta uma em cada 160 crianças, no mundo. O Modelo Denver de Intervenção Precoce para crianças com Autismo foi desenvolvido e aperfeiçoado após 20 anos de estudos e pesquisas, liderados pela Dra Sally Rogers e seus colaboradores, hoje concentrados no Centro de Excelência em Autismo,no Uc Davis MIND Institute, na Califórnia , Estados Unidos.

Esse modelo é um dos poucos métodos que tem sua eficiência comprovada cientificamente. Em 2012, foi eleito, pela Revista Time, como um dos 10 maiores avanços da medicina. Em decorrência da grande eficácia de seus resultados, o método disseminou-se rapidamente pelo mundo, tendo seus manuais sido traduzidos em 13 idiomas e diversos especialistas treinados para aplicá-lo. Países como Canadá, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, França, Portugal, Itália, Suíça, China, entre outros, já contam com terapeutas treinados no Modelo Denver.

Segundo especialistas, o grande diferencial do Modelo Denver está no uso de estratégias de ensino naturalistas, onde a criança aprende através da brincadeira e do jogo, mas sem abandoner os princípios da ciência da análise aplicada ao comportamento (ABA). O Modelo também se baseia nas pesquisas da área da psicologia do desenvolvimento, incluindo a comunicação receptive e expressive, as competencias sociais e de jogo, o desenvolvimento cognitivo, as habilidades motoras globais e finas, a imitação e os comportamentos adaptativos.

Nesse método de intervenção, terapeuta e criança tornam-se parceiros de jogo, e a interação social está no centro de cada atividade, alternando-se ,continuamente, atividades no chão – apropriadas à idade da criança - brincadeiras sociais , sem objetos, onde a interação social é o centro da atividade (como o Pega Pega, Siga o Mestre, Cantigas de Roda, etc) e atividades de mesa (como desenhar e colorir, massa de modelar, lanche).

Seguindo os mais recentes avanços da Ciência,os autores do Modelo Denver encaram o autismo como uma falha no desenvolvimento social e da comunicação. Dessa forma, o programa de tratamento foca na construção de uma relação afetiva com a criança. Essa é uma estratégia central do Modelo, uma vez que as interações sociais positivas aumentam a motivação da criança em buscar novos contatos sociais e ampliam sua capacidade de aprender ao longo das atividades terapêuticas. Assim, as atividades são projetadas para incrementar a relevância das recompensas sociais e, consequentemente, melhorar a atenção e a motivação social da criança, que aprende a buscar a interação social e a desenvolver suas competencias sociais, em um ambiente onde as interações sociais são dinâmicas, naturais e positivas.

Principais características do Modelo Denver
  • A presença de uma equipe multidisciplinar, que trabalha todas as esferas do desenvolvimento infantil;
  • Foco no desenvolvimento das competências sociais e no envolvimento interpessoal;
  • Desenvolvimento fluente, recíproco e espontâneo de gestos, movimentos faciais e expressões, e da utilização de brinquedos e outros objetos;
  • Ênfase no desenvolvimento da comunicação verbal e não verbal;
  • Foco nos aspectos cognitivos das brincadeiras em rotinas de jogos interativos;
  • Fortalecimento e respeito às escolhas e motivações da criança;
  • Incentivo à iniciação, seguindo as crianças em suas motivações;
  • Adoção de um ambiente de ensino natural, favorecendo o desenvolvimento de competências sociais, que possam ser generalizadas à vivencia diária da criança;
  • Grande intensidade na apresentação de oportunidades de aprendizado à criança;
  • Reforço por parte do terapeuta das tentativas e do esforço da criança, seja qual for o seu nível de precisão;
  • Parceria com os pais e demais membros da família;